"Envolve a criança nas dobras do teu manto, sonho sublime."
"Enrosquei os sonhos nos galhos da árvore. As crianças brincando de ciranda."
"Os que estavam prontos a morrer jaziam no chão, apoiavam-se nos móveis, trincavam os dentes, tateavam a parede sem sair do lugar."
"Chegaram sonhos, chegaram subindo o rio contra a corrente, por uma escada sobem o muro do cais. Você fica parado, conversa com eles, eles sabem muitas coisas, só não sabem de onde vêm. É muito amena esta tarde de outono. eles se viram para o rio e erguem os braços. Por que levantai os braços em vez de nos abraçar?"
"Insone, quase completamente; perseguido pelos sonhos como se os tivessem gravado dentro de mim com arranhões numa matéria dura."
""Não, me larga, me larga!", saí gritando pelas ruas e ela continuava grudada em mim tentando agarrar meu peito pelos lados e por cima dos ombros com suas garras de sereia."
Sonhos, Franz Kafka
Nenhum comentário:
Postar um comentário